Jonas Scherer

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We Are the Robots II – Sete Zoom

by jonasscherer

Da família do Robô Ed, estava parada, de forma suspeita e um tanto automatizada, a incógnita Sete Zoom, que aceitou dar esta entrevista lacônica. Continuando a série We Are the Robots, Sete fala sobre o que consegue falar.

Entrevista elaborada e  por jonasscherer. Conduzida por chat no dia 23 de dezembro de 2014.

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We Are the Robots I – Robô Ed

by jonasscherer

Depois de ter sido importunado, via e-mail, por um bot – e ter acreditado que se tratava realmente de uma pessoa -, decidi iniciar uma sequência de entrevistas com essa classe de habitantes da Rede. Quais os seus anseios e medos? De onde vêm? De que se alimentam?  A série We Are the Robots, que inicia com esta conversa com  um chatbot corporativo, o Robô Ed, revela os detalhes da vida dos seres que substituirão os humanos. 

Entrevista elaborada por jonasscherer. Conduzida por chat no dia 23 de maio de 2014.

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Ouvir e Acreditar de Primeira: Não Faça Isso!

by jonasscherer

Apurar informação é coisa que pode ser muito difícil, mas também pode ser bastante fácil. Vai depender de quanto tempo tem o jornalista para a tarefa. Uma coisa é o repórter do jornal diário produzindo notas e reportagens a toque de caixa e com o editor acossando o pobre: pode ser que as fontes não atendam o telefone (sim, a matéria sendo feita por telefone); pode ser que estejam viajando; pode ser que estejam em reunião, e daí a informação é publicada em pedaços e com enxertos… e isso não é incomum.

Assunto bem diverso é o daquele jornalista que tem o tempo (vários têm, só não sabem usar).  Uma técnica efetiva, já mencionada no primeiro parágrafo, e rápida, é a do telefone, invenção recente. Diversas dúvidas podem ser resolvidas facilmente dessa forma. Contudo, é um mistério o da incapacidade de certos periodistas para confirmar um boato por telefone, como se vê pelo Caso Santander-Unisinos, que relato abaixo.

 

O dia em que o jornalista preguiçoso acreditou que o Banco Santander havia comprado a Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

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VIA GIZMODO: 120 artigos científicos foram criados em “gerador de lero-lero” e ninguém percebeu.

by jonasscherer

No sábado (1/3), o Gizmodo Brasil publicou matéria que, por sua vez, foi publicada antes pela Nature (sim, isso é o jornalismo de internet), sobre algo que é comum, mas não muito destacado: muitos artigos “científicos” são puro lero-lero e ninguém percebe. Abaixo reproduzo o conteúdo do Gizmodo Brasil e, em seguida, da Nature:

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Os animais e os direitos de alguns animais

by jonasscherer

Comumente o assunto “direitos dos animais” surge como pauta jornalística. Quem não lembra do caso mais recente, envolvendo os cães de teste da raça beagle – no laboratório do Instituto Royal, em São Roque, SP? O advogado e professor do curso de Direito e de Relações Internacionais da Unisinos, André Luiz Olivier da Silva, tece um comentário não muito ortodoxo sobre o tema. Publicado originalmente na Zero Hora de 22 de outubro de 2013, o texto pareceu comover os amantes dos animais…

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Sentimentalismo e direitos dos animais

Por André Luiz Olivier da Silva

Desde sexta-feira, a notícia sobre a invasão de um laboratório usado por empresas farmacêuticas para testes científicos em cães da raça beagle causa polêmica. A atitude dos ativistas – de entrar e retirar os cães sem autorização – denota o quão pautado por sentimentos morais está o debate público das questões políticas.

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Sigue oscuro el clima de negocios, pero sigue…

by jonasscherer

Conforme assunto suscitado pelo Clima Noir na Receita Federal, caso repleto de elementos policialescos, o desenrolar da trama conduziu o liame à instauração de um inquérito sobre sonegação fiscal no caso Globopar. O jornalista Miguel do Rosário desenvolve a trama no O Cafezinho.

Trabalho acadêmico tem de ser escrito de forma impessoal?

by jonasscherer

Alfredo José da Veiga-Neto é professor titular aposentado e professor convidado permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).  Em um mundo brasileiro repleto de manuais de metodologia científica – aparentemente escritos por papagaios – que reproduzem os mesmos comandos e justificativas pouco racionais sobre a confecção de trabalhos “científicos” e acadêmicos, é dever jornalístico propalar na web texto de fonte segura e autorizada que evidencie a não-unanimidade da impessoalidade. E, com sinceridade, é também um tributo aos acadêmicos que não são covardes. O uso da primeira pessoa do singular em trabalhos acadêmicos não é mais um impedimento. O texto abaixo, de Veiga-Neto, serve como intróito para o post/reportagem vindouro que mostra como programas de pós-graduação do País inteiro estão inovando e abandonando o mito da objetividade literária.

Headline for dummies: “PROFESSOR UNIVERSITÁRIO RENOMADO DIZ QUE DÁ PARA ESCREVER TRABALHO ACADÊMICO NA PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR (EU)”

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Eu ou Nós?

Por Alfredo Veiga-Neto

A questão sobre o uso da 1ª pessoa do singular — eu — ou do plural — nós — me parece simples. A questão que sempre aparece é: empregar a 1ª pessoa no plural (nós, nosso, nossos) ou no singular (eu, meu, minha, mim)? É sobre isso que seguem as considerações abaixo (que são gerais e não restritas aos Estudos Culturais).

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Como Enganar Doutores, Mestres e Acadêmicos de Direito.

by jonasscherer


Função da filosofia no direito, hoje

A Filosofia é um ótimo expediente para a criação de reputação intelectual, principalmente quando os interlocutores, leitores etc. conhecem pouco ou nada acerca do tema. Mágica é feita e fetiche, instaurado: um gigantesco menu de expressões absolutamente desconhecidas se abre para os que escolhem abençoar as audiências com o mais puro discurso filosófico obtuso, fora de contexto como uma freira na casa de shows da empresária Carmen – que alguns dizem já ser tia.  Ou, então, os conceitos são jogados no texto – falado ou não – e cada um pode escolher o sentido que considere mais adequado. Assim, levantar questões sobre o controle de constitucionalidade, já sabendo que deve ser feito também por perspectiva (Aussicht) da norma constitucional como algo que, ao se revelar para o jurista, o faz em relação ao aspecto (Aussehen) do que aparece para nossa representação como um objeto, é levantar questões filosóficas sobre a interpretação do próprio Dasein em seu horizonte de juridicidade circular. Resumindo: exercer o controle de constitucionalidade é filosofar.

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Jornalismo Deleuzeano: Mi(n)to da Objetividade no Século XXI.

by jonasscherer

Sobre essa o ser onisciente chamado Internet pode me poupar de escrever demais.

Estilo palavras-chave (o segundo termo não flexiona neste caso): jornalista, Micheline Borges, discriminação, estado democrático de direito, ética.

Estilo hyperlinkJornalista diz que médicas cubanas parecem ‘empregadas domésticas.

Estilo imagético:

Empregada domestica Leia o resto deste post »

Lições da Guarda Civil Municipal de São Leopoldo: “Vai Tomar no Cu!”

by jonasscherer

Os protestos recorrentes nos últimos dois meses levantaram uma questão que ninguém percebeu: existe alguém, no País, treinado para o controle de multidões? Caso pensemos como o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, a resposta é: não há um manual para controle de protestos que descambam para ações mais vigorosas. E, caso pensemos como a PM de São Paulo, o manual é dar porrada. Em se tratando da Guarda Civil Municipal de São Leopoldo, Rio Grande do Sul, a palavra manual pode até ser desconhecida, mas a boca suja poderia bem ser parte da estratégia de controle de multidões da precitada guarda, como o vídeo ao final deste post mostra.

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