Jonas Scherer

Misc

We Are the Robots II – Sete Zoom

by jonasscherer

Da família do Robô Ed, estava parada, de forma suspeita e um tanto automatizada, a incógnita Sete Zoom, que aceitou dar esta entrevista lacônica. Continuando a série We Are the Robots, Sete fala sobre o que consegue falar.

Entrevista elaborada e  por jonasscherer. Conduzida por chat no dia 23 de dezembro de 2014.

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We Are the Robots I – Robô Ed

by jonasscherer

Depois de ter sido importunado, via e-mail, por um bot – e ter acreditado que se tratava realmente de uma pessoa -, decidi iniciar uma sequência de entrevistas com essa classe de habitantes da Rede. Quais os seus anseios e medos? De onde vêm? De que se alimentam?  A série We Are the Robots, que inicia com esta conversa com  um chatbot corporativo, o Robô Ed, revela os detalhes da vida dos seres que substituirão os humanos. 

Entrevista elaborada por jonasscherer. Conduzida por chat no dia 23 de maio de 2014.

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Os animais e os direitos de alguns animais

by jonasscherer

Comumente o assunto “direitos dos animais” surge como pauta jornalística. Quem não lembra do caso mais recente, envolvendo os cães de teste da raça beagle – no laboratório do Instituto Royal, em São Roque, SP? O advogado e professor do curso de Direito e de Relações Internacionais da Unisinos, André Luiz Olivier da Silva, tece um comentário não muito ortodoxo sobre o tema. Publicado originalmente na Zero Hora de 22 de outubro de 2013, o texto pareceu comover os amantes dos animais…

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Sentimentalismo e direitos dos animais

Por André Luiz Olivier da Silva

Desde sexta-feira, a notícia sobre a invasão de um laboratório usado por empresas farmacêuticas para testes científicos em cães da raça beagle causa polêmica. A atitude dos ativistas – de entrar e retirar os cães sem autorização – denota o quão pautado por sentimentos morais está o debate público das questões políticas.

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Trabalho acadêmico tem de ser escrito de forma impessoal?

by jonasscherer

Alfredo José da Veiga-Neto é professor titular aposentado e professor convidado permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).  Em um mundo brasileiro repleto de manuais de metodologia científica – aparentemente escritos por papagaios – que reproduzem os mesmos comandos e justificativas pouco racionais sobre a confecção de trabalhos “científicos” e acadêmicos, é dever jornalístico propalar na web texto de fonte segura e autorizada que evidencie a não-unanimidade da impessoalidade. E, com sinceridade, é também um tributo aos acadêmicos que não são covardes. O uso da primeira pessoa do singular em trabalhos acadêmicos não é mais um impedimento. O texto abaixo, de Veiga-Neto, serve como intróito para o post/reportagem vindouro que mostra como programas de pós-graduação do País inteiro estão inovando e abandonando o mito da objetividade literária.

Headline for dummies: “PROFESSOR UNIVERSITÁRIO RENOMADO DIZ QUE DÁ PARA ESCREVER TRABALHO ACADÊMICO NA PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR (EU)”

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Eu ou Nós?

Por Alfredo Veiga-Neto

A questão sobre o uso da 1ª pessoa do singular — eu — ou do plural — nós — me parece simples. A questão que sempre aparece é: empregar a 1ª pessoa no plural (nós, nosso, nossos) ou no singular (eu, meu, minha, mim)? É sobre isso que seguem as considerações abaixo (que são gerais e não restritas aos Estudos Culturais).

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