Jonas Scherer

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Lógica Aristotélica e Lógica Formal Moderna

by jonasscherer

Acerca da discussões anteriores e elementares sobre lógica, um pequeno texto, bastante introdutório, a respeito de algumas distinções e formalizações possíveis e fundamentais no tocante à lógica aristotélica do ponto de vista da lógica formal moderna.

SALIENTO que o post contém alguns problemas de formatação, donde ser necessário prestar um pouco mais de atenção em detalhes de simbolização. Não pretendo corrigir o arquivo. Foi algo que escrevi há muitos anos e serve apenas como referência para pessoas que não sabem nada sobre lógica.

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INTRODUÇÃO

 

A pergunta que inicia toda a empreitada deste trabalho é: qual a diferença fundamental entre a lógica aristotélica e a lógica moderna? Para responder a essa pergunta foi necessário, primeiro, procurar e identificar os elementos principais da lógica aristotélica e, posteriormente, pensá-los a partir da perspectiva da lógica moderna.

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by Toni Reis*

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In One Question: Clyodinamics.

by jonasscherer

A russian thinker aiming to perceive patterns in history along with others. Anatoly Karlin’s view of Clyodinamics.

Question made via e-mail on april 17th, 2013

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Jonas Scherer: Could you explain what do you understand by “CLYODINAMICS“?

Anatoly: Cliodynamics is the modeling of historical processes. Over time, it has been noticed that many ecological processes – for instance, predator-prey relations – can also apply to human societies, as when population stresses lead to wars, state collapse, and brigandage. This leads to depopulation as the brigands and big men kill off each other, before peace is reestablished and the population starts to grow again. Such a pattern is typical of many pre-industrial civilizations and can explain the “dynastic cycles” we see from France to China.

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Pesquisa Independente Subsiste.

by jonasscherer

Tulio Baars Meira

Um adolescente de 16 anos, brasileiro de Santa Catarina, elabora uma ideia simples e, em pouco tempo, consegue apoio da Nasa para investigar as interações Sol-Terra na anomalia magnética do Atlântico Sul. Conheça um pouco da história de Tulio Baars Meira, o estudante que opera uma estação de radiotelescopia no Programa ALEXA de Radioexploração Espacial.

Entrevista conduzida por Skype no dia 27 de fevereiro de 2013.

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Jonas Scherer: Como foi essa tua história com a Nasa e Stanford?

Tulio: Foi com a Nasa (National Aeronautics and Space Administration), na verdade. Sendo detalhista, o contato foi com o Sara (Service and Advice for Research and Analysis), da Nasa. Como eles têm parceria, conseguiram os equipamentos para mim, aí o projeto do Solar Research Center, de Stanford, me doou pelo Sara outros equipamentos. No dia 10 de dezembro de 2012 –  esse dia ficou marcado – eu estava olhando o céu noturno, como costumo fazer em noites claras e vi um ponto luminoso que não piscava e se movia rapidamente pelo céu. Fui correndo conferir no Stellarium, um software de simulação de céu. Aí descobri que era o Hubble, e vê-lo ali, tão “perto”, e lembrando das imagens que ele fazia, eu comecei a pesquisar um pouco naquele mesmo dia. Eu tinha uma lista de limitações dele que eram solucionadas pela radioastronomia e uns dois dias antes eu tinha recebido meu certificado. Tinha feito uma capacitação em magnetismo terrestre pelo Observatório Nacional, EaD,e tínhamos focado na anomalia magnética do Atlântico Sul (Amas) aí eu juntei: limitação do ótico + localização em que eu estava + Amas + radioastronomia… Bolei uma ideia mental, tive uma ideia tosca e fui enviar a minha ideia para a Nasa. Consegui contato com eles através de uma antiga lista de e-mails e aí você já imagina, né? Enviei o e-mail para eles em 12 de dezembro de 2012, quarta-feira. No dia 16/12, domingo, eu tinha um código de rastreamento do radiotelescópio. O de Stanford foi em janeiro, mas eu estava bem mais ligado já. Foi mais tranquilo para conseguir.

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Um Breve Enfoque Pragmático da Entrevista Jornalística: Definição Formal.

by jonasscherer

1. Uma definição limitada

Em grande parte dos casos, as definições de termos e de suas características tendem a pretender a posse de atemporalidade, no sentido de que sua aplicação tenha validade para todos os casos do passado, presente e futuro – uma herança de mais de dois mil e quinhentos anos nas práticas de conceituação, delimitação, definição etc.. Neste estudo, tal pretensão é descartada, visto que o trabalho desenvolvido é o de investigação sobre como pode ser definida uma entrevista em termos de sua forma, utilizando como base a observação de um conjunto de peças nomeadas como “entrevista” desde 1823 até hoje, além das considerações de uma série extensa de autores contemporâneos que, direta ou indiretamente, se ocuparam do mesmo tema. Assim, o que se faz aqui é observar, encontrar elementos comuns e agrupá-los, chegando, desta feita, a uma definição formal de entrevista de acordo com as práticas desempenhadas ao longo do tempo, enfatizando aquelas hodiernas.

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by jonasscherer

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Polissemic Talk – II.

by jonasscherer

Continuing to investigate human traits and genetical perspectives through the eyes of Jared Taylor.

Interview done by jonasscherer via e-mail between november 30th and december 5th, 2012.

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Jonas Scherer: What is the human nature, for you?

Jared: This is a huge question, but I think some things are now beyond question:

Men are more aggressive, dominating, and promiscuous than women.

Women are more nurturing, compromising, and emotional than men.

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